Desde 2008, todo 29 de agosto se comemora o Dia Mundial do Gamer. Quase vinte anos depois, "gamer" deixou de descrever uma minoria com equipamento dedicado: hoje descreve o hábito padrão de crianças e adolescentes.
Para dimensionar essa mudança, a Kidscorp apresenta o Gaming U18 LatAm, um relatório com dados exclusivos de sua plataforma U18 Radar, que ouve mais de 84.000 famílias por ano na região. O material responde quanto, como, onde e com o que os U18 jogam no México, Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru.
O gaming já supera a TV nos seis mercados medidos. O México marca a maior diferença, 60% contra 29%, e mesmo no caso mais apertado, o Peru, a vantagem se mantém: 44% contra 35%. O hábito cresce com a idade, de 33% entre 3 e 5 anos a 63% entre 9 e 15, com uma média regional próxima a 90 minutos diários.
A sessão de jogo é, além disso, a janela de atenção mais longa do fim de semana: 91 minutos, à frente do YouTube, que chega a 78. O celular é o console da região: cerca de metade dos U18 joga pelo telefone e apenas um em cada cinco o faz por um console.
O Roblox lidera a afinidade nos seis países, com um pico de 45,3% entre 10 e 12 anos, seguido de perto pelo Minecraft. E o hábito atravessa todos os níveis socioeconômicos: 62% no NSE alto, 48% no NSE baixo.
O relatório completo traz a abertura por país, os cortes por idade e nível socioeconômico, o detalhe de dispositivo por mercado e o quadro de formatos para o Roblox, e já está disponível para download.