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Kids Corp contrata sales manager

Luciana Simón já passou por Buscapé, Terra, OLX, entre outra.

A kidtech Kids Corp anunciou a contratação de Luciana Simón para o cargo de sales manager. A profissional, que tem mais de 15 anos de experiência no mercado digital, passou por empresas como Buscapé, Terra, Squid, OLX e Pag Seguro. 

A executiva será responsável pelo atendimento às principais marcas da indústria de brinquedos, entretenimento e alimentos, e sua chegada, segundo a empresa, reforça a equipe liderada por Humberto Galdieri, country manager da Kids Corp no Brasil. 

Articulo completo: https://cutt.ly/NYriovJ

Askids recibe la certificación kidSAFE

La compañía de data, insights y research para el segmento de niños y adolescentes de 3 a 18 años en América Latina fue certificada por el programa KidSAFE Seal.


KidSAFE Seal es un servicio de certificación de seguridad independiente diseñado exclusivamente para sitios web y tecnologías aptos para niños.
“Askids es una compañía data-driven basada en tecnología que, opera en Argentina, Brasil, Chile, Colombia, México y Perú. En cada uno de los mercados mencionados, trabajamos de manera 100% compliant, es decir, alineada a las regulaciones de protección de privacidad en internet para menores, y a los estándares ESOMAR. Esta certificación de kidSAFE es un nuevo gran paso y una validación de nuestro compromiso de contribuir a un ecosistema digital más seguro para el segmento de niños y adolescentes. Adicional, garantiza que las soluciones que rápidamente han adoptado nuestros clientes en la región, cuentan con los mejores estándares”, destacó Gastón Stochyk.El programa de kidSAFE incluye la certificación de sitios de juegos para niños, servicios educativos, mundos virtuales, redes sociales, aplicaciones móviles, dispositivos de tableta y otros servicios y tecnologías interactivos similares y requiere el cumplimiento de las siguientes «Reglas básicas de seguridad» (según corresponda):

  • Medidas de seguridad para las funciones de chat, comunidad y redes sociales.
  • Reglas e información educativa sobre seguridad en línea.
  • Procedimientos para manejar problemas y quejas de seguridad.
  • Controles parentales sobre la cuenta del niño.
  • Contenido, publicidad y marketing adecuados para la edad.

kidSAFE Seal Program fue fundada y desarrollada por Shai Samet, un consultor de privacidad infantil con más de 20 años de experiencia en la industria. Además, cuenta con el asesoramiento de algunos de los principales expertos en seguridad en Internet del mundo, cómo Ken Leonard (CEO de Scan Alert) y Henri Isenberg (COO de Norton/Symantec).

Nota completa aquí: https://cutt.ly/HYrrxaO

Muito além do conceito, metaverso já movimenta negócios bilionários

Somente na Europa, o Facebook vai contratar 10 mil profissionais e investir mais de US$ 50 milhões para construir uma plataforma imersiva ancorada no Horizon Worlds.

O Horizon Works, do Facebook, é uma das apostas da plataforma para a construção de seu metaverso e a integração com o Oculus como suporte de VR (Getty Images)

Uma palavra tão ampla quanto muitas vezes incompreendida, o metaverso tornou-se um dos termos mais utilizados nos últimos anos para descrever um mundo virtual que espelha a vida real. Em 2020, em função da pandemia e das restrições de socialização no mundo físico, ele começou a ser discutido com mais detalhes, sobretudo, do ponto de vista de negócios. Shows em plataformas de games, conferências corporativas virtuais e desfiles de modas por meio de realidade virtual são só alguns dos exemplos.

Nas últimas semanas, porém, o tema ganhou ainda mais visibilidade com os movimentos recentes do Facebook, e o entusiasmo pessoal de Mark Zuckerberg, em criar seu metaverso. Somente na Europa, a plataforma vai contratar 10 mil profissionais e investir mais de US$ 50 milhões para construir um mundo imersivo ancorado no Horizon Worlds. Mas, muito além dos games e do entretenimento, o metaverso pode gerar negócios, conectar plataformas de vendas e espelhar, de fato, o mundo real. “Penso no metaverso como a próxima geração da internet”, disse Zuckerberg, quando anunciou o Horizon Works, em agosto deste ano. Até a possibilidade de mudar o nome da empresa para marcar essa nova fase pautada pelo metaverso surgiu na semana passada, de acordo com o The Verge.

Muitas startups e empresas de tecnologia já estão imersas nessa indústria há anos e contam com parte importante dessas receitas oferecendo soluções e tecnologias demandas pelo metaverso, ou pelo menos, por sua formação. Alexandre Fittipaldi, diretor executivo criativo da Media.Monks, empresa de marketing especializada em experiências imersivas, explica que, no Brasil, a demanda de marcas por experiências ajuda a atrair investimentos e aquecer os negócios. “Já estamos vendo algumas empresas se utilizando plataformas de games como Fortnite e Minecraft para criar experiências pontuais com os consumidores, mas claro que isso é apenas o começo do que ainda está por vir, principalmente quando pensamos no conceito de metaverso como algo muito maior e mais integrado do que as plataformas que temos hoje disponíveis”, explica.

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Um report da própria Media.Monks sobre o tema, repercute o mapeamento feito pelo especialista Jon Radoff de sete verticais importantes dentro do metaverso e as empresas que já possuem soluções para cada uma delas. Na parte de Experiência, por exemplo, Fortnite, EA Sports, Riot, Ubisoft e Hasbro são alguns exemplos. Na vertical de Descoberta, Facebook, Unity Ads, Google e Stadia são mencionadas. Na divisão de Creator Economy estão Adobe, Roblox, Shopify e outras startups. Computação Espacial, por exemplo, contempla empresas especializadas em tecnologias direcionadas, também estão na lista as verticais de Descentralização, Human Interface e Infraestrutura, essa última inclui plataformas de cloud como a AWS, por exemplo.

Demian Falestchi, fundador e CEO da Kids Corp, plataforma de kids marketing, explica que a oportunidade prática das empresas neste universo está, antes de tudo, em entender o que está acontecendo e como funcionam suas interconexões. “Quando uma marca pode saber o que está acontecendo no metaverso, ela também começa a identificar oportunidades e a se conectar com esse consumidor dentro desse mundo. E isso reflete, por exemplo, no Virtual Out Of Home, quando você pode colocar um cartaz dentro desse palco, dentro daquela arena, porém, sempre tomando o cuidado de entender os contextos”, explica.

Ainda de acordo com Falestchi, “entender um metaverso talvez seja mais complexo do que uma rede social muito específica, como o Instagram, que lida apenas com conteúdo de fotos e vídeos. “O metaverso é muito mais amplo, então as marcas têm que entender qual é a melhor maneira, dependendo do seu estágio, de se vincularem a ele. Atualmente, existem shows de música em Fortnite, por exemplo. Mas para participar como marca nesses eventos, antes é preciso que a marca faça um grande trabalho de conscientização”, explica.

Ações da Gucci em games como o Roblox, além de outras marcas, são cada vez mais frequentes (Crédito: Divulgação Gucci)

Recentemente, a marca italiana Gucci vendeu uma carteira virtual no game Roblox. O jogador a comprou por um valor de US$ 4.115, sendo que este mesmo produto real era vendido por US$ 2.400 na loja da Gucci. Não há dados específicos sobre quanto o metaverso deve movimentar, mas indústrias correlacionadas fazem esses números serem promissores. Somente a de games deve ultrapassar US$ 200 bilhões até 2023. “O metaverso impacta totalmente as empresas e tecnologias imersivas. Uma coisa é você fazer experiências isoladas, seja no mundo de realidade virtual ou na aumentada, até esse momento essas iniciativas são experiências isoladas. Então, eu crio uma experiência que você vai numa montanha-russa, em realidade virtual, mas aquilo é isolado, a partir do momento que existem os metaversos, nós começamos a interagir e existir dentro de um ambiente virtual, vamos começar a ter vida lá, vamos poder ir pra escola dentro do Metaverso e a participar de eventos, para mencionar alguns exemplos”, diz Marcos Trinca, CEO da More Than Real, startup brasileira que desenvolve soluções de realidade aumentada.

Articulo completo aquí: https://cutt.ly/wYreYpv

Kids Corp contrata sales manager

A Kids Corp anunciou a contratação de Luciana Simón para o cargo de sales manager. A profissional tem mais de 15 anos de experiência no mercado digital, passando por empresas como Buscapé, Terra, Squid, OLX e Pag Seguro. A chegada da executiva reforça a equipe liderada por Humberto Galdieri, country manager da empresa no Brasil.

*Crédito da imagem no topo: Background -metamorworks-iStock.jpg

Artículo completo: https://cutt.ly/CT89XSu

Askids recibe la certificación kidSAFE®.

Askids

Buenos Aires, 20 de octubre de 2021 – Askids, la primera compañía de data, insights y research para el segmento de niños y adolescentes de 3 a 18 años en América Latina fue recientemente certificada por el programa KidSAFE Seal. El mismo es un servicio de certificación de seguridad independiente diseñado exclusivamente para sitios web y tecnologías aptos para niños.

“Askids es una compañía data-driven basada en tecnología que, opera en Argentina, Brasil, Chile, Colombia, México y Perú. En cada uno de los mercados mencionados, trabajamos de manera 100% compliant, es decir, alineada a las regulaciones de protección de privacidad en internet para menores, y a los estándares ESOMAR. Esta certificación de kidSAFE es un nuevo gran paso y una validación de nuestro compromiso de contribuir a un ecosistema digital más seguro para el segmento de niños y adolescentes. Adicional, garantiza que las soluciones que rápidamente han adoptado nuestros clientes en la región, cuentan con los mejores estándares”, destacó Gastón Stochyk.

El programa de kidSAFE es muy amplio e incluye la certificación de sitios de juegos para niños, servicios educativos, mundos virtuales, redes sociales, aplicaciones móviles, dispositivos de tableta y otros servicios y tecnologías interactivos similares y requiere el cumplimiento de las siguientes «Reglas básicas de seguridad» (según corresponda):

  • Medidas de seguridad para las funciones de chat, comunidad y redes sociales.
  • Reglas e información educativa sobre seguridad en línea.
  • Procedimientos para manejar problemas y quejas de seguridad.
  • Controles parentales sobre la cuenta del niño.
  • Contenido, publicidad y marketing adecuados para la edad.

kidSAFE Seal Program fue fundada y desarrollada por Shai Samet, un consultor de privacidad infantil con más de 20 años de experiencia en la industria. Además, cuenta con el asesoramiento de algunos de los principales expertos en seguridad en Internet del mundo, cómo Ken Leonard (CEO de Scan Alert) y Henri Isenberg (COO de Norton/Symantec).

Acerca de Askids:
Askids es la primera compañía de data, insights y research para el segmento de niños y adolescentes de 3 a 18 años en América Latina. A través de tecnología especialmente diseñada para el segmento, Insights Portal de Askids, analiza anualmente el comportamiento de 50.000 niños, niñas y adolescentes, de manera pasiva y declarativa, pudiendo así conocer acerca de sus gustos, preferencias, hábitos, conexiones, marcas favoritas e influencia en compras del hogar, entre otros temas. Adicionalmente, el equipo de Askids ofrece diferentes soluciones de research y reporting para comprender sus actitudes, comportamiento y consumo.

Nota completa aquí: https://cutt.ly/NT89w60

Kids Corp contrata a Luciana Simón como Sales Manager

A Kids Corp anuncia a contratação de Luciana Simón, para o cargo de Sales Manager. A profissional tem mais de 15 anos de experiência no mercado digital, período em que registrou passagens por empresas como Buscapé, Terra, Squid, OLX e Pag Seguro.

Luciana será responsável pelo atendimento às principais marcas da indústria de brinquedos, entretenimento e alimentos, e sua chegada reforça a equipe liderada por Humberto Galdieri, Country Manager da Kids Corp no Brasil.

Articulo completo: https://cutt.ly/9T8JxZW

Askids recibe la certificación kidSAFE®

Askids recibe la certificación kidSAFE®

Askids, la primera compañía de data, insights y research para el segmento de niños y adolescentes de 3 a 18 años en América Latina fue recientemente certificada por el programa KidSAFE Seal. El mismo es un servicio de certificación de seguridad independiente diseñado exclusivamente para sitios web y tecnologías aptos para niños.

Askids es una compañía data-driven basada en tecnología que, opera en Argentina, Brasil, Chile, Colombia, México y Perú. En cada uno de los mercados mencionados, trabajamos de manera 100% compliant, es decir,alineada a las regulaciones de protección de privacidad en internet para menores, y a los estándares ESOMAR. Esta certificación de kidSAFE es un nuevo gran paso y una validación de nuestro compromiso de contribuir a un ecosistema digital más seguro para el segmento de niños y adolescentes. Adicional, garantiza que las soluciones que rápidamente han adoptado nuestros clientes en la región, cuentan con los mejores estándares, destacó Gastón Stochyk, gerente general de Askids.

El programa de kidSAFE es muy amplio e incluye la certificación de sitios de juegos para niños, servicios educativos, mundos virtuales, redes sociales, aplicaciones móviles, dispositivos de tableta y otros servicios y tecnologías interactivos similares y requiere el cumplimiento de las siguientes “Reglas básicas de seguridad” (según corresponda):

  • Medidas de seguridad para las funciones de chat, comunidad y redes sociales. 
  • Reglas e información educativa sobre seguridad en línea. 
  • Procedimientos para manejar problemas y quejas de seguridad. 
  • Controles parentales sobre la cuenta del niño. 
  • Contenido, publicidad y marketing adecuados para la edad. 

kidSAFE Seal Program fue fundada y desarrollada por Shai Samet, un consultor de privacidad infantil con más de 20 años de experiencia en la industria. Además, cuenta con el asesoramiento de algunos de los principales expertos en seguridad en Internet del mundo, cómo Ken Leonard (CEO de Scan Alert) y Henri Isenberg (COO de Norton/Symantec).

Nota completa aquí: https://cutt.ly/ZYryH7k

Kidtech encara os desafios com conteúdo e publicidade para crianças

Executivos da Kids Corp e MediaMath abordam as particularidades da publicidade infantil e como chegar a esse público nos limites da regulamentação.

(Credito: Rawpixel.com/shutterstock)

A AsKids, primeira empresa de dados, insights e pesquisa para o segmento de crianças e adolescentes de 3 a 18 anos na América Latina, foi certificada recentemente pelo Selo KidSafe, certificação de segurança independente, voltada exclusivamente a sites e tecnologias adequadas para crianças. A empresa tem parceria com a Kids Corp, kidtech especializada na criação de soluções tecnológicas para garantir a navegação e experiência seguras em torno do conteúdo infantil, que atua na América Latina, integrada com a MediaMath, de mídia programática. Para explicar como têm sido feitos os processos de publicidade, atrelados às regras do Kid-safe e as particularidades do segmento, Demian Falestchi, CEO da Kids Corp, e Jose Albuquerque, diretor de business development da MediaMath no Brasil,  conversaram com o Meio e Mensagem

Falestchi explica que a mídia programática não deixa de ser uma maneira de tornar mais eficiente o processo de compra de mídia através de tecnologia. Quando se pensa em conectar audiência de crianças e adolescentes, seja através do YouTube ou aplicativo, a realidade é que as regras são as mesmas, de maneira programática ou manual. Mas a realidade é que,  quando se trata de conectar essa audiência, é preciso ter ter certas garantias.

No Brasil, existe a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O País é o primeiro na América Latina a ter regras para se conectar com essa audiência, já que a lei não permite a coleta de dados pessoais sem o consentimento dos pais. O sistema de marketing digital está baseado na coleta de dados pessoais, porém, com esse público, isso não pode ser feito. Porque, para poder trackear equipamentos, os profissionais teriam que pedir permissão a todos os pais, o que é impossível. Por conta disso, todo esse ecossistema precisa ser repensado. A Kids Corp, como companhia de tecnologia, tem ferramentas que permitem que uma marca se conecte a esse público através de campanhas publicitárias, com a garantia de não coletar dados pessoais. “Usamos diferentes fontes de dados. A AsKids tem tecnologia que nos permite traquear comportamentos através de pesquisas, 100% dentro das leis, com a autorização dos pais, de maneira paga, obviamente, o que nos permite encontrar diversos dados. Pegamos esses dados e conectamos com outros tipos. Por exemplo, o tempo todo trackeamos o YouTube e outros aplicativos do ponto de vista dos conteúdos. Os dados proprietários da Askids são combinados a outros dados, como do Youtube, e passam pela revisão de uma equipe humana, para que sejam classificados os melhores conteúdos. Essas são as principais fontes de dado que utilizamos para compreender melhor como podemos encontrar o conteúdo adequado com a marca adequada, o que nos permite, sem o uso de dados pessoais, tomar decisões assertivas sobre conteúdo, horário e aparelho, com muita probabilidade de encontrar o usuário desejado. Tudo isso garante não só o cumprimento da LGPD, mas também que todo o conteúdo seja de qualidade, o que é importante porque, para as marcas, é essencial estar conectadas a contextos positivos e convergentes com os valores de suas empresas”, explica o executivo.

Para realizar todo esse processo, a empresa utiliza ferramentas de coleta de dados de performance em diferentes campanhas, conta com um time de CRM interno que classifica as indústrias, companhias e produtos para ter informações históricas do setor e entender qual conteúdo funciona melhor. Além da AsKids, que conta com painel em seis países da América Latina, são coletados dados de mais de 50 mil crianças e adolescentes por ano através de softwares em devices para trackear comportamentos e atividades, junto com questionários para as famílias sobre diferentes temáticas. Ambos os processos são feitos com autorização dos pais. Toda  informação é processada e está disponível em report que se torna produto da empresa, podendo ser utilizado pelas marcas que pagam licença anual. Nesse processo, existe também curadoria de conteúdo que  é essencial, pois é impossível trabalhar com publicidade infantil apenas com a tecnologia. A partir de todo esses caminhos, a empresa consegue ter amostra demonstrativa de diferentes regiões do país, idades e gêneros.

Falestchi ressalta que, além da LGPD, o trabalho de publicidade infantil no Brasil enfrenta particularidades específicas com relação ao Conar, que protege as crianças do que seriam publicidades abusivas. Como a proibição do uso de imperativos, como um botão que diga “comprar”, é preciso entender também como se comunicar com essa audiência. Para isso, é preciso equipe que seja especialista nisso. A expertise é muito importante não apenas para entender como a criança recebe um anúncio, mas também de como se pode fazer publicidade para crianças. “Temos um lado da  empresa que trabalha com os clientes para que tomem as melhores decisões em termos estratégicos para rodar qualquer campanha. O grande ponto é garantir que a tecnologia cumpra a LGPD e, ao mesmo tempo, a autorregulação publicitária do Conar, dirigida ao público infantil. Se se consegue essas duas coisas, são maravilhosas as oportunidades que surgem no mercado brasileiro para oferecer serviços e produtos para esse setor que cada vez mais tem mais dinheiro para comprar, que decide as marcas que as representam e que vão se vincular desde jovens. E que têm influenciado as decisões familiares. Sejam marcas de brinquedos ou entretenimento, mas também as de alimentos e bebidas. As empresas estão se dirigindo para isso, pois já existem comprovações de que o poder que essa geração tem com relação ao poder de compra e influência é cada vez maior”, afirma o executivo.

Albuquerque, da MediaMath, afirma que esse é um dos maiores impactos que se obtém quando se tem os parceiros certos. Fato que evita também o desperdício de marketing, conseguindo falar diretamente com a audiência que deseja. O diretor dá quatro dicas para as empresas que tem interesse de se conectar com esse público. “Sempre que uma marca quer trabalhar com segmento tão restrito como esse, é importante que seja, primeiro, de forma mais abrangente para, depois, afunilar, pois assim você consegue ganhar mais escala. Outra dica é não aplicar outros data layers, não colocar segmentação encima de outra segmentação, usar somente a da Kids Corp, porque você acaba restringindo muito a audiência ao usar dois tipos de dados. Um ponto importante é pensar nos pais, porque eles também fazem parte da decisão de compra. Por fim, é preciso ter atenção com o preço da segmentação. Quando se fala de mídia programática, os anunciantes estão acostumados a pagar baixos CPMs, mas, como falamos de segmentação muito restrita e especial, geralmente, os preços tendem a ser acima da média de mercado”, explica.

Publicidade, informação e proibição
Falestchi alerta para os obstáculos que poderão ocorrer decorrentes da proibição da publicidade direcionada para essa parcela da população. No Brasil, algumas organizações, como a Alana, trazem para reflexão e debate a proibição, porém, o executivo sinaliza que essa imposição pode criar outros problemas relacionados ao acesso à informação e, sendo assim, o caminho não é não fazer publicidade para crianças, mas fazê-la de forma segura e dentro das normas. “É preciso fazê-la, mas de maneira boa. Estamos produzindo alguns estudos para levar luz ao mercado, para que as coisas sejam feitas do jeito certo. É o momento de apoiar a indústria para que saibam o que se pode fazer ou não, porque, do contrário, temos problemas. Na América Latina, a maioria não está disposta a pagar por conteúdo. Portanto, se não tem publicidade, não tem conteúdo, a publicidade paga grande parte do conteúdo que temos. Com a pobreza que temos na região, se acabarmos com a publicidade infantil, vamos deixar milhões de crianças sem acesso a conteúdo, como na Índia. Em vez de pensarmos em proibir, precisamos pensar em como fazer de um jeito que seja mais seguro. Como construímos internet mais segura para crianças? Isso vamos fazer com consciência, informação, tecnologia e valores. Esse é o nosso papel”, afirma.

*Crédito da imagem do topo: Fit Ztudio/Shutterstock.

Artículo completo: https://cutt.ly/2YryehC

ASKIDS RECIBE LA CERTIFICACIÓN KIDSAFE

kidSAFE es un servicio de certificación de seguridad independiente diseñado exclusivamente para sitios web y tecnologías aptos para niños, servicios educativos, mundos virtuales, redes sociales, aplicaciones móviles.Askids, la primera compañía de data, insights y research para el segmento de niños y adolescentes de 3 a 18 años en América Latina fue recientemente certificada por el programa KidSAFE Seal. El mismo es un servicio de certificación de seguridad independiente diseñado exclusivamente para sitios web y tecnologías aptos para niños.

«Askids es una compañía data-driven basada en tecnología que, opera en Argentina, Brasil, Chile, Colombia, México y Perú. En cada uno de los mercados mencionados, trabajamos de manera 100% compliant, es decir, alineada a las regulaciones de protección de privacidad en internet para menores, y a los estándares ESOMAR. Esta certificación de kidSAFE es un nuevo gran paso y una validación de nuestro compromiso de contribuir a un ecosistema digital más seguro para el segmento de niños y adolescentes. Adicional, garantiza que las soluciones que rápidamente han adoptado nuestros clientes en la región, cuentan con los mejores estándares», destacó Gastón Stochyk.

El programa de kidSAFE es muy amplio e incluye la certificación de sitios de juegos para niños, servicios educativos, mundos virtuales, redes sociales, aplicaciones móviles, dispositivos de tableta y otros servicios y tecnologías interactivos similares y requiere el cumplimiento de las siguientes «Reglas básicas de seguridad» (según corresponda):

  • Medidas de seguridad para las funciones de chat, comunidad y redes sociales.
  • Reglas e información educativa sobre seguridad en línea.
  • Procedimientos para manejar problemas y quejas de seguridad.
  • Controles parentales sobre la cuenta del niño.
  • Contenido, publicidad y marketing adecuados para la edad.

kidSAFE Seal Program fue fundada y desarrollada por Shai Samet, un consultor de privacidad infantil con más de 20 años de experiencia en la industria. Además, cuenta con el asesoramiento de algunos de los principales expertos en seguridad en Internet del mundo, cómo Ken Leonard (CEO de Scan Alert) y Henri Isenberg (COO de Norton/Symantec).

Nota completa aquí: https://cutt.ly/JT8Grrz

Gastón Stochyk, da Askids: Crianças estão cientes sobre problemas do mundo

UOL para MarcasUOL para Marcas  •   20 out, 2021

Crianças e adolescentes brasileiros esperam um Natal mais feliz este ano do que no ano passado. E eles estão mais conscientes sobre as problemáticas sociais. Esses são alguns dos sinais que mostram que os pequenos têm uma forte percepção sobre o mundo ao seu redor, segundo Gastón Stochyk, sociólogo e managing director da Askids, empresa especializada em pesquisas e insights sobre o público infantojuvenil.

“As crianças e os adolescentes não vivem alienados do mundo, eles são muito conscientes. Nesse sentido, é uma oportunidade para marcas que trabalham com propósito, que encontrem um posicionamento relevante, mais do que emocional, para criar outro tipo de vínculo com as crianças”, afirma o executivo.

Para ilustrar como o público infantojuvenil está olhando para o Natal no Brasil, ele cita dados de uma pesquisa ainda inédita da Askids, revelados em primeira-mão ao UOL para Marcas. “Perguntamos qual das frases reflete melhor o que se sente sobre Natal. E 70% responderam que ‘O Natal deste ano será melhor do que no ano passado’”, diz, citando que a pesquisa foi realizada em setembro com 3.368 respondentes.

O levantamento mostra que, para as crianças brasileiras, a data significa passar mais tempo com a família (53% dos respondentes), uma festa religiosa (29,1%), ganhar muitos presentes (18%). Além disso, 45% dos entrevistados já sabem o que pedir de presente. A pesquisa completa ainda será divulgada ao mercado.

A Askids nasceu na Argentina e passou a atuar no Brasil em agosto. Segundo o executivo, a metodologia usada para obter esses dados conta com um painel interativo, onde usuários cadastrados respondem a questionários, respeitando todos os critérios de consentimento de uso de dados. Crianças e adolescentes de 3 a 18 anos participam com autorização dos pais ou acompanhamento integral ou parcial, conforme a idade. No caso das crianças até seis anos, os pais respondem fazendo uso de recursos de verificação para garantir que a resposta é da criança.

De acordo com Gastón, a Askids busca preencher um gap de informações e ferramentas sobre o público infantojuvenil, lacuna essa que fez muitas marcas trabalharem até agora “no feeling”. “Inclusive as mais tradicionais do ramo de brinquedos.” Para ele, há inúmeras possibilidades de segmentação dentro desse target, algo que vinha sendo subestimado. “É um público que tem sua complexidade particular que precisa ser compreendida, mas vinha sendo tratada de uma perspectiva mais generalizada.”

Sobre o dado de que crianças estão mais cientes das questões sociais, Gastón diz que isso foi intensificado pela pandemia. “Houve uma aceleração de tendências que provavelmente já despontavam antes da pandemia. E claramente crianças e adolescentes estão muito conscientes sobre as problemáticas sociais. Será muito importante para marcas e empresas entenderem que preocupações são essas para poderem se conectar.” Entre as principais preocupações estão o coronavírus (49%) e a pobreza (40%), diz a pesquisa.

Poder se conectar com as crianças significa conversar com a família toda. “É um target relevante para todo universo de marcas. Muitos dados indicam que marcas de consumo, devices eletrônicos, turismo e outras categorias que não falam com o target precisam compreendê-lo, porque crianças influenciam diretamente nas vendas para o lar e no consumo das famílias.”

Além disso, para empresas que buscam insumos sobre como se posicionar no longo prazo, conhecer o pensamento dos pequenos é estratégico, diz Gastón. “Alguns dos nossos novos clientes são companhias que não estão focadas no segmento infantil, como indústria financeira, mas estão pensando no target futuro.”

Articulo completo: https://cutt.ly/0T8DiXx

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